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sábado, 13 de novembro de 2010

Olhe







Segure firme minha mão e desligue os aparelhos
Não firme sua visão num fluxo de luz tão estranho
Pode estar intornada ah aceleração...E não ouvir mais meus passos
Acelerando e pulçando ao mais terrivél e irriversível estado mental...
Louco e assombravél sentimento de morte... Deve ter sinalizado 
Louco...Distorção...Confusão...Expressão...Do lado de fora mãe!!



Sabe quando costumavamos andar sobre as nuvens nos sonhos?
Ja ah um tempo mãe...Não consegue se lembrar?
Ah gente sorria bastante pela manhã...Ainda não havia tantos segredos em mim
E desdando o nol...Entrelaçados e cortantes... Pessoas perdidas nas ruas eu aqui mãe!
Se lembra do primeiro tombo...Você movia seus sentimentos ah vapor eu juro que consigo
Acredito em você... Mais não sinrto meus passos; meus pes continuam ah se movimentar pelas nuves
Não chore minha passarinha; so preciso sorrir um pouco! Nada tão suspenso no ar pois posso tentar ler


Correndo contra o vento... Passos tortos e intensos
No mesmo início suicida preso pelo cordão belical ja sicatriazado,,, Vossas benções
Procurando alivio no silencio...Procuramos suspender pra depois em vão sim não
Agradando os cegos... E cuspindo no prato de icertezas e falsas e impossíveis metas
Estava feliz quando andavamos... E não chegavamos tão perto das lagrimas 
Proprio vulcão interno... Como se ah luz fosse se ofuscando num apagar lento e embaraçado
E entre todos os sentidos o bipe ainda suava firmemente mesmo apos desligado. E contestado
Ah alertas pelas escadas meu bem... Não mate as formigas... Não mate o que pode gritar

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